Digo para vocês que no final do 1º dia não queria voltar mais para a vida urbana. Vamos explicar porque:
1º Telefone celular não pega. Fui com o laptop mas não o usei. No primeiro dia fiquei com aquela vontade de entrar na internet. Mas meu amor me controlou e eu resisti. Reservamos o primeiro dia para descansar e procurar algumas agencia de turismo já que a viagem de ônibus à noite foi cansativa. Passeamos pela vila, comemos e procuramos nos programar para realizar um passeio turístico no outro dia.
2º O acolhimento da comunidade é sensacional.
3º Tudo isso junto confere uma aura de paz e tranquilidade do local.
4º Consciência ambiental. Vamos lembrar sempre que a preservação desses locais é de nossa responsabilidade enquanto turista. Não joguem papel no chão, leve um saco para coletar o lixo e não toque em estalactites nem estalagmites!
Vale a pena ler as Dicas dos moradores:
Por isso, lá é possível fazer os tradicionais passeios de ecoturismo e, de quebra, provar pratos inusitados como o pastel de palmito de jaca e a pizza integral.Sem falar nos tratamentos da medicina holística a base de ervas e plantas medicinais, nas sessões de sauna indígena e nas massagens de “shiatsu”.
No Vale do Capão também e possível ter acesso a alguns pontos turísticos mais famosos da região,como a Cachoeira da Fumaça e o Morrão. A atração cultural que mais chama a atenção dos turistas e o Festival de Jazz do Capão, com shows de artistas renomados da musica instrumental brasileira. (fonte: http://www.guiachapadadiamantina.com.br/cidades-e-vilas/vale-do-capao)
Informações sobre a localização do capão e como chegar:
http://www.guiachapadadiamantina.com.br/categoria/onde-ficar/onde-ficar-vale-do-capao
http://www.chapada.org/como_chegar.aspx
Ficamos na pousada Pé no Mato https://www.facebook.com/pousadapenomato
Segue algumas fotos da viagem:
Existe uma famosa pizza mandala localizada no centro da cidade
Passeios turísticos
No centro da cidade você pode contratar um passeio turístico pelas redondezas. Escolhemos o passei apra a gruta da Torrinha, Pratinha e Gruta Azul e Morro do Pai Inácio. Utilizamos os serviços da Vale do Capão Expedições (Não existe mais - edit 06/06/15).
A Torrinha
Não é a maior caverna do Brasil, mas é uma das mais
completas, considerando-se a riqueza e diversidade de seus espeleotemas.
No
último levantamento da Sociedade Brasileira de Espeleologia, de 1994, a
Torrinha aparece como a 13º maior do país, com 8.210 metros. No entanto,
atualmente já há 13.300 metros mapeados, o que a colocaria em sétimo lugar.
Descoberta em 1850, a caverna Torrinha fica em uma
propriedade particular em Iraquara. O atual proprietário e zelador da caverna,
Eduardo Figueiredo da Silva, 45, conta que, na época, seu bisavô percorreu
apenas 600 metros, trecho que corresponde ao primeiro dos três roteiros.
Antes de entrar na Torrinha os visitantes recebem um
capacete e orientações sobre o comportamento dentro da caverna. Não falar alto,
não correr e não mexer nas formações são os principais pedidos.(fonte: http://www.guiachapadadiamantina.com.br/atrativos-naturais/grutas)
Ao longo da gruta, o guia foi apresentando formações rochosas que se assemelhavam a lugares, objetos e animais
"Morro do Pai Inácio"
"Cisne"
Marcas no teto que dão indícios que essas galerias um dia estavam repleta de água.
Estalagmite
"Bota"
Flor Rara que somente dá dentro de cavernas
A caverna abriga, também, a 2ª maior flor de aragonita (formações semelhantes a flores de vidro) de todo o mundo.
Pratinha e Gruta Azul
Situada na Fazenda Pratinha, próxima ao município de Iraquara
O lago da gruta Azul fica escondido sob as raízes aéreas de uma árvore da fazenda e tem comunicação com o Rio Pratinha.
Para chegar até ela há uma pequena, mas íngreme descida. O banho na gruta não é permitido.
Já na Gruta do Rio Pratinha, o mergulho é permitido. A observação das formações rochosas e dos peixes é a principal atração.
Vale dizer que a flutuação é uma espécie de mergulho feita com colete salva-vidas, pé de pato e snorkel, sempre em grupos e acompanhada por guias treinados e qualificados em espeleomergulho com certificação internacional para mergulhos em cavernas.
Uma das curiosidades dessa lagoa são os micro búzios, ou o que o restou deles. Parte dessas minúsculas conchinhas que forram o leito do rio foi pisoteada e destruída. As plantas aquáticas, antes abundantes no rio Pratinha, também sofreram interferência humana. Atualmente, o rio mais parece uma piscina.
Morro do Pai Inácio
Fotos da cidade


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